Sem preconceitos com a música
“Não acredito em estilo, pois a música é independente disso”, é o que diz a otaciliense Ana Maria Matias, de 20 anos, mais conhecida como Aninha Matias por seus familiares e amigos. A jovem conta que iniciou sua trajetória musical com apenas 12 anos aprendendo a tocar guitarra, a qual pegava emprestada de seu sobrinho. “Ele tinha o instrumento guardado, mas não se interessava em usar e como eu gostava resolvi emprestar dele para aprender”, conta.
Aninha aprendeu a tocar praticamente sozinha, mas para se aperfeiçoar fez um curso com o Juliano da banda Hi Fi, de Lages, por seis meses. “Sempre gostei de música, meus pais me influenciaram muito e também meus primos, pois todos eles tocam algum tipo de instrumento”, diz.
Ela comenta que já se apresentou em vários lugares em Lages, realizando parcerias com várias bandas entre elas a Hard Core, com outro grupo, fez apresentação no Palco Nacional da Festa do Pinhão, também tocou com uma banda de rap, sendo a mais importante a turnê de um ano que realizou com a equipe da rádio Transamérica. “Essa turnê foi no ano de 2009, fomos somente eu e o João César Matias com eles, ele tocava bateria e eu guitarra, baseados no estilo rock’n roll”, diz orgulhosa.
Um dos seus lugares preferidos de tocar foi o Subterrâneo Club, há três anos, quando tocou para um grande público. “Adorava estar neste lugar, as pessoas lá são muito especiais para mim”, cita. Além de tocar, Aninha diz que também é compositora de suas músicas, além de compor músicas a seus amigos. “Já compus músicas para algumas bandas independentes, a Jane Jon e também para o Nigga, de Lages”, fala. Apesar de Aninha gostar de rock, ela diz que toca todos os estilos em instrumentos como violão, guitarra, teclado e bateria. “Toco de tudo, pagode raiz, sertanejo de raiz, tudo que o público pedir, não gosto muito de funk, mas até nesse estilo existem notas musicais, então respeito”, explica.
Questionada quanto a seus planos para o futuro, ela adianta que neste ano de 2013 pretende gravar suas músicas. “Já comecei a gravar, mas

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