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Rota de Cicloturismo é submetida a pesquisa técnica e acadêmica

Relacionar o cicloturismo ao associativismo civil e estimular a união voluntária de pessoas e entidades. Esse é um dos objetivos do professor Fábio Carminati, que partiu de Lages na manhã desta quinta-feira (13) para percorrer os cerca de 600 quilômetros da Rota de Cicloturismo da Serra Catarinense, que passa por nove municípios da região.

Professor assistente de Sociologia e

Sozinho, Carminati segue pedalando e explorando a rota, em uma pesquisa de campo que busca identificar, especialmente, os benefícios econômicos, sociais e turísticos que o cicloturismo pode proporcionar à região.

“O principal objetivo de uma rota é gerar fluxo de pessoas, e acredito que essa rota vai contribuir para o desenvolvimento socioeconômico desses municípios. O cicloturismo é uma prática que utiliza a bicicleta como meio de transporte para viajar, especialmente por áreas rurais e regiões interioranas, percorrendo preferencialmente estradas não pavimentadas e privilegiando o contato com a natureza. E isso é abundante aqui”, destacou.

Potencial para o desenvolvimento regional

Com aproximadamente 600 quilômetros, a Rota de Cicloturismo da Serra Catarinense apresenta características próprias e grande diversidade de paisagens, altitudes e ambientes rurais. A proposta é utilizar esse potencial para ampliar o fluxo turístico e criar novas oportunidades de geração de renda, especialmente nas áreas rurais.

“São essas características diferenciadas que podem contribuir para promover o desenvolvimento, criando alternativas de renda nas áreas rurais para a agricultura familiar e a produção agroecológica”, observou o pesquisador.

A rota integra os municípios de Lages, Bocaina do Sul, Rio Rufino, Bom Retiro, Urupema, Urubici, Bom Jardim da Serra, São Joaquim e Painel. A pesquisa deverá contribuir para identificar pontos de melhoria e oportunidades de fortalecimento do roteiro, além de reunir informações que poderão subsidiar futuras ações de planejamento e promoção do cicloturismo na Serra Catarinense.

Texto/fotos: Onéris Lopes

Assessoria de Comunicação Amures


Ciência Política da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus de Chapecó, Carminati também é diretor de Cicloturismo da Rede Trilhas. Ele realiza o primeiro trabalho técnico de campo com reconhecimento diferentes análises da rota.

“Essa investigação relaciona cicloturismo com associativismo civil e pretendo fazer uma devolutiva de tudo o que for observado ao longo do percurso”, explica o ciclista e pesquisador.

Durante os 11 dias previstos para a expedição, Carminati vai analisar as condições de ciclabilidade da rota, incluindo dificuldades e pontos críticos, segurança, conforto e receptividade dos moradores do entorno. Também serão observadas as características do percurso e seu potencial para estimular o desenvolvimento econômico e turístico dos municípios envolvidos.

“O fato de estar chovendo não interfere na execução da rota. Pretendo fazer todo o percurso de forma sequencial, com exceção deste primeiro trecho até Bocaina do Sul, que vou realizar em dois dias”, explicou.

Percurso começa em Lages

A Rota de Cicloturismo da Serra Catarinense apresenta altitudes que variam de aproximadamente 700 a 1.700 metros. Cerca de 80% do trajeto é composto por estradas de chão batido e os outros 20% por trechos asfaltados.

O pesquisador iniciou o percurso como é descrito no aplicativo da rota.  Partiu do Calçadão da Praça João Costa, passou em frente à Catedral Diocesana, desceu até o Parque Jonas Ramos, entrou na Avenida Presidente Vargas e seguiu em direção à SC-370.

Seguiu pelo acesso leste da cidade até atravessar a SC e iniciou o trecho de estrada de chão em direção à localidade de Pessegueiros. A previsão dele é percorrer em média de 53 quilômetros por dia, mesmo diante de possíveis adversidades, como chuva e problemas mecânicos na bicicleta.

Sozinho, Carminati segue pedalando e explorando a rota, em uma pesquisa de campo que busca identificar, especialmente, os benefícios econômicos, sociais e turísticos que o cicloturismo pode proporcionar à região.

“O principal objetivo de uma rota é gerar fluxo de pessoas, e acredito que essa rota vai contribuir para o desenvolvimento socioeconômico desses municípios. O cicloturismo é uma prática que utiliza a bicicleta como meio de transporte para viajar, especialmente por áreas rurais e regiões interioranas, percorrendo preferencialmente estradas não pavimentadas e privilegiando o contato com a natureza. E isso é abundante aqui”, destacou.

Potencial para o desenvolvimento regional

Com aproximadamente 600 quilômetros, a Rota de Cicloturismo da Serra Catarinense apresenta características próprias e grande diversidade de paisagens, altitudes e ambientes rurais. A proposta é utilizar esse potencial para ampliar o fluxo turístico e criar novas oportunidades de geração de renda, especialmente nas áreas rurais.

“São essas características diferenciadas que podem contribuir para promover o desenvolvimento, criando alternativas de renda nas áreas rurais para a agricultura familiar e a produção agroecológica”, observou o pesquisador.

A rota integra os municípios de Lages, Bocaina do Sul, Rio Rufino, Bom Retiro, Urupema, Urubici, Bom Jardim da Serra, São Joaquim e Painel. A pesquisa deverá contribuir para identificar pontos de melhoria e oportunidades de fortalecimento do roteiro, além de reunir informações que poderão subsidiar futuras ações de planejamento e promoção do cicloturismo na Serra Catarinense.

Texto/fotos: Onéris Lopes

Assessoria de Comunicação Amures


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