Fim da intervenção marca nova fase no Hospital Santa Clara em Otacílio Costa |
Temporal e ventos com mais de 100 km/h provocam estragos na Grande Florianópolis
Um temporal acompanhado de ventos fortes causou estragos na Grande Florianópolis na madrugada deste domingo, 4. Segundo a Defesa Civil, há ocorrências na ilha de Santa Catarina, em São José, Biguaçu e Palhoça, com pior situação para a capital. Até o momento só foram registrdos danos materiais.
A Secretaria de Defesa Civil (SDC) emitiu aviso para que qualquer morador que quiser avisar sobre destelhamento ou deslizamento entre em contato pelo telefone 199. Em caso de queda de árvores é o Corpo de Bombeiros que deve ser acionado pelo 193.
Florianópolis
De acordo com com a SDC, ao menos 40 casas foram destelhadas na capital, e há registro de quedas de árvores e postes em todas as regiões da ilha, principalmente no Sul, de acordo com o coordenador regional da Defesa Civil da Grande Florianópolis, Ricardo Angelo Volpato.
Com a queda dos postes, a Centrais Elétricas de Santa Catarina informou que cerca de 200 mil unidades consumidoras estavam sem luz por volta das dez horas deste domingo. Houve também um deslizamento no Morro do Quilombo, no Itacorubi, e uma família ficou desalojada.
Equipes de emergência da Defesa Civil, da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis (Floram) e da Celes trabalham para tirar árvores e postes das ruas na manhã deste domingo. Os ventos chegaram a 118km/h na capital.
Problemas também no Sul do Estado

Em São Ludgero, no Sul de SC, parte de uma rua cedeu durante a forte chuva que atingiu a região na manhã de domingo. Segundo a Defesa Civil municipal, as famílias que moram nas casas próximas tiveram que ser retiradas.
"Um pouco antes das 7h, o rio [Braço do Norte] começou a cavar a margem. Às 7h40 teve o desmoronamento", explicou o coordenador da Defesa Civil municipal, Júlio Pozza. A rua que cedeu fica no bairro Beira-rio. Não houve feridos.
Nas últimas 12 horas, choveu 85 mm em São Ludgero, quantidade superior ao que era esperado. "Com a ressaca do mar, o rio está com dificuldade de escoamento", disse o coordenador.

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