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Lucas Neves recebe do DNIT previsão de licitação para terceiras faixas da BR-282 até novembro

  • Foto: Sandro Scheuermann -

Superintendência regional informou ao deputado que estima R$ 15 milhões para os primeiros trechos, com início das obras previsto para 2027

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) prevê lançar até novembro a licitação para a implantação de terceiras faixas na BR-282. A estimativa é de que as obras comecem nos primeiros meses de 2027.


A previsão foi repassada pelo superintendente regional do DNIT, Amauri Lima, ao deputado Lucas Neves (Republicanos), presidente da Frente Parlamentar da BR-282 da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).


"Quem desce a Serra pela 282 conhece o aperto no peito atrás de um caminhão carregado, numa subida sem espaço para ultrapassar. Muita família catarinense já perdeu alguém nessa estrada. A previsão do DNIT é uma boa notícia e eu vou acompanhar de perto", afirma Neves. 


De acordo com a Superintendência Regional do órgão, há previsão de R$ 15 milhões no orçamento para a execução dos primeiros trechos contemplados nesta etapa do projeto. 


O recurso será destinado ao início da implantação das terceiras faixas em pontos da rodovia. O cronograma prevê a publicação do edital ainda em 2026. O início dos trabalhos no começo do próximo ano depende da conclusão das etapas do processo licitatório.


Projeto em andamento


Em março de 2025, o DNIT assinou a ordem de início dos serviços para a elaboração de estudos e projetos básico e executivo de engenharia para a implantação das terceiras faixas entre Águas Mornas e Alfredo Wagner. O trecho soma 80 quilômetros, entre o km 23,5 e o km 103,8, com investimento federal de R$ 2,1 milhões e prazo de quinze meses para a execução dos estudos.


Em outubro de 2025, o superintendente citou a implantação de 16 quilômetros de terceiras faixas e 17 novos trevos e acessos entre as prioridades da BR-282, além do projeto de duplicação total da rodovia. Os novos trevos e acessos são planejados em entroncamentos com histórico de acidentes.


Segundo o DNIT, o objetivo é ampliar a trafegabilidade em um dos trechos mais sinuosos e íngremes de Santa Catarina, onde veículos pesados retêm o trânsito nos aclives e declives e formam filas.


A rodovia é um dos principais corredores logísticos do estado, com mais de 600 quilômetros de leste a oeste, e conecta a Grande Florianópolis à Serra e ao Oeste catarinense.

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