Edição 260 - 11 de junho 2015
A juventude tem cada vez mais surpreendido a população, e infelizmente, poucas têm sido as vezes que é por um bom motivo. Adolescência é um período de urgência, onde os primeiros sentimentos são tratados como a principal prioridade do mundo, as necessidades raramente são necessidade, e o pior de tudo, os jovens acham que são eternos, e nada vai acontecer com eles. O mundo está cada vez mais superficial, com isso os adolescentes estão cada vez mais precoces, o que antes era considerado criança hoje é adolescente, o que era adolescente é considerado jovem, e a linha entre o jovem e adulto é tênue.
A precocidade faz com que a criança viva experiências maduras demais para sua idade, e acabe não conseguindo lidar com as mesmas, o que vira uma bola de neve, um ciclo vicioso, que futuramente resulta em um jovem desorientado ou um adulto frustrado. É quase impossível “proteger” as crianças, adolescentes ou jovens do mundo ou de si mesmos, o acesso à informação é o carro chefe, os adolescente sabem onde encontrar tudo o que os pais talvez nem imaginem que exista. Cuidado e proteção já não são mais as palavras corretas para esses casos, talvez educação, exemplo, limites e amor sirva melhor para as situações. Pois o bom e velho ditado “a vida ensina”, talvez não ensine da maneira que nós esperamos, talvez, nem de tempo de ela ensinar...
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